
Em Goiás, Economia apresenta integração entre meios de pagamento e documentos fiscais a entidades do comércio
Modelo adotado por Goiás será o de integração sistêmica, que garante maior flexibilidade às empresas, abrangendo a totalidade de soluções ofertados no mercado
A Secretaria da Economia reuniu-se, nesta sexta-feira (1°/8), com representantes da Fecomércio, ACIEG e outras entidades do setor produtivo para apresentar os detalhes da integração obrigatória entre meios de pagamento eletrônicos e documentos fiscais eletrônicos (NF-e e NFC-e). A medida será implantada de forma escalonada a partir de novembro deste ano.
Durante o encontro, realizado em Goiânia, o secretário da Economia, Francisco Sérvulo Freire Nogueira, destacou que a proposta visa modernizar o controle fiscal, combater a evasão e facilitar o cumprimento das obrigações pelos contribuintes. “É um avanço que respeita as particularidades do mercado e oferece alternativas acessíveis para os diferentes perfis de empresas. Nosso foco é assegurar mais transparência e segurança nas operações comerciais”, afirmou.
O presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi Carneiro, enalteceu a disponibilidade da Secretaria da Economia em manter um canal de comunicação aberto com o setor produtivo. “Quero parabenizar o secretário e a equipe técnica aqui presente pelo zelo em discutir o modelo de integração adotado por Goiás, ouvindo as particularidades, dúvidas e sugestões dos representantes de cada segmento do empresariado goiano”, destacou.
O superintendente de Informações Fiscais, Deibe Paiva Lima, apresentou a proposta de modelo, cronograma, custos e implementação dessa integração em Goiás. “Optamos por um modelo de integração flexível, que permite mais autonomia ao contribuinte, respeitando a diversidade dos sistemas de gestão e reduzindo impactos em operações que não geram incidência de ICMS”, disse.
A integração também trará benefícios para os contribuintes, ao permitir maior controle interno sobre os recebimentos e facilitar a gestão contábil e fiscal. Além disso, a medida reduz riscos de fraudes e reforça a confiança nas operações comerciais.
Fonte: Sefaz Goiás