Alerta: site falso usa o Novo Desenrola Brasil para aplicar golpes
O Ministério da Fazenda publicou, em 15 de maio de 2026, um alerta sobre a existência de um site falso que imita páginas oficiais do Governo Federal para aplicar golpes em pessoas interessadas no programa Novo Desenrola Brasil. A página fraudulenta promete “limpar o nome” em até cinco dias, solicita consulta de CPF, coleta informações sobre dívidas e condiciona a suposta renegociação ao pagamento de taxas via Pix.
Embora a notícia não trate diretamente de alteração normativa tributária ou contábil, ela tem impacto relevante para a governança financeira, controles internos e segurança das informações de empresas e pessoas físicas.
O ponto central do alerta é que não há cobrança de taxa para participação no Novo Desenrola Brasil. Segundo o Ministério da Fazenda, os interessados devem buscar diretamente os bancos e instituições financeiras com as quais possuem dívidas para verificar as condições de renegociação.
Na prática, o comunicado reforça a necessidade de atenção a golpes envolvendo programas públicos, especialmente quando há solicitação de dados pessoais, CPF, informações financeiras ou pagamentos antecipados por Pix. Para empresas, a recomendação é orientar colaboradores, sócios e áreas financeiras para que qualquer renegociação, regularização de débitos ou adesão a programas oficiais seja validada exclusivamente por canais oficiais ou diretamente junto às instituições credoras.
Do ponto de vista de compliance, o tema também se conecta à proteção de dados e à prevenção de fraudes. Sites falsos que simulam ambientes governamentais podem expor informações sensíveis, gerar perdas financeiras e comprometer a segurança de dados utilizados em rotinas administrativas, financeiras e cadastrais.
O alerta do Ministério da Fazenda reforça a importância de validar a origem de comunicações, links e plataformas antes de informar dados ou realizar pagamentos. Programas oficiais de renegociação não devem ser acessados por sites suspeitos, anúncios não verificados ou páginas que condicionem atendimento ao pagamento de taxas. Para empresas e contribuintes, a melhor prática é manter processos internos de checagem, orientar as equipes e utilizar apenas canais oficiais ou instituições financeiras diretamente envolvidas na dívida.
Fonte: Ministério da Fazenda