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Contabilidade e Tributos
Publicado em 18 de April de 2017 em Contabilidade e Tributos

Secretário defende reforma para evitar aumento de impostos no Brasil

Por Clipping - Dia a Dia Tributário
Mansueto Almeida

Ele explicou que países de renda média, como o Brasil, não suportam carga tributária muito maior que 30% do PIB - foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil


Durante seminário que debate o tema, Mansueto Almeida, responsável pela Secretaria de Acompanhamento Econômico, explicou que o País não suporta mais carga tributária


O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, defendeu, nesta segunda-feira (17), a reforma da Previdência como uma forma de evitar um aumento de impostos no Brasil. Durante seminário do jornal Valor Econômico para debater o tema, Mansueto ressaltou que o País não suporta mais aumento de tributos e que o melhor para a economia é mudar as regras previdenciárias.


Atualmente, o Brasil possui uma carga tributária equivalente a 30% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o secretário, não há como o País suportar uma elevação da carga tributária sem ter aumento de produtividade. “Teremos de tomar uma decisão difícil, mas que será benéfica a todos”, afirmou.


Na visão de Mansueto, a reforma da Previdência vai consolidar a trajetória de queda dos juros no Brasil e vai permitir o aumento de gastos em outras áreas. “Sem a reforma da Previdência, todo mundo será prejudicado e alguns poucos serão beneficiados no curto prazo. Um estado insolvente, como vemos no Rio de Janeiro, não consegue pagar suas contas”, argumentou.


Peso no orçamento


Para dar uma dimensão da urgência da reforma, Mansueto relatou que há três semanas o governo cortou R$ 10 bilhões para manter as contas equilibradas. As despesas de Previdência, no entanto, cresceram R$ 16 bilhões, tirando eficiência do ajuste.


“Políticas econômicas equivocadas criam grupos beneficiados por essas políticas. Mudar isso não é fácil”, observou. O secretário de Acompanhamento Econômico defendeu que a reforma seja a mais ampla possível para incluir, além de trabalhadores da iniciativa privada, o servidores públicos e os políticos.


Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Fazenda


 

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